OS ENCANTOS DA ZONA RURAL:FOTOS-JOSÉ RIBEIRO

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BEIJO FRIO:A MELHOR SORVETERIA DA BAHIA E O MELHOR SORVETE

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Endereço: Av. Dep. Manoel Novaes, 670 - Centro, Serrinha - BA, 48700-000 Telefone: (75) 3261-1889

A BIBLIA É A PALAVRA DO DEUS VIVO JEOVÁ.

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DISSE JEOVÁ DEUS: "Se eu disser àquele que é mau: Você certamente morrerá, mas você não o avisar — se não falar com aquele que é mau a fim de avisá-lo para que ele abandone seu mau proceder e continue vivo —, ele morrerá por causa do erro dele, por ser alguém mau,mas o sangue dele exigirei de você.No entanto, se você avisar aquele que é mau, e ele não recuar da sua maldade e do seu mau proceder, ele morrerá por causa do erro dele, mas você certamente salvará a sua própria vida".Ezequiel 3:1-27

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Líderes na Câmara querem manter DPVAT por enxergar retaliação de Bolsonaro a Bivar


Líderes de direita e centro-direita na Câmara dos Deputados pretendem, junto à bancada de oposição, derrubar a Medida Provisória do presidente Jair Bolsonaro que acaba com o DPVT, seguro obrigatório custeado pelos motoristas para indenizar vítimas de acidentes de trânsito.

Os parlamentares veem na atitude do presidente uma retaliação ao presidente nacional do PSL, deputado federal Luciano Bivar (PE), já que uma das empresas de seguros no consórcio que administra o DPVAT é dele. Os dois são desafetos.

De acordo com reportagem do jornal O Globo, outra estratégia é deixar a MP caducar, ou seja, perder efeito legal por não ter sido votada. Quando uma MP é publicada, deve ser aprovada em até 120 dias. Se o prazo vencer sem haver análise do Congresso, perde a validade.

Publicamente, Bivar tem negado que o fim do DPVAT seja represália. No entanto, tem dialogado com deputados nos bastidores para derrubar a MP.

“A tendência é derrubar”, afirmou Delegado Waldir (GO), ex-líder do PSL na Câmara dos Deputados e aliado de Bivar, à publicação. “Primeiro, porque prejudica as pessoas mais pobres do país, que não têm nenhuma alternativa em relação a seguros. Segundo, porque o momento político não é adequado para perseguições”, completou.