OS ENCANTOS DA ZONA RURAL:FOTOS-JOSÉ RIBEIRO

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ARENA SHOPPING SERRINHA.: O MAIS MODERNO CAMPO SOCIETY DA CIDADE

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ARENA SHOPPING SERRINHA. Muito boa a iniciativa de trazer mais uma opção de lazer para a nossa cidade, além de valorizar mais o local onde se encontra o referido empreendimento!!!!

BEIJO FRIO:A MELHOR SORVETERIA DA BAHIA E O MELHOR SORVETE

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A BIBLIA É A PALAVRA DO DEUS VIVO JEOVÁ.

A BIBLIA É A PALAVRA DO DEUS VIVO JEOVÁ.
DISSE JEOVÁ DEUS:"Derrame-o sobre a criança na ruapE sobre os jovens reunidos. Pois todos serão apanhados: o homem junto com sua esposa,e os idosos junto com os de idade bem avançada.Suas casas serão entregues a outros,junto com seus campos e suas esposas.Pois estenderei minha mão contra os habitantes do país, diz Jeová.Desde o menor até o maior deles, todos obtêm lucro desonesto;Desde o profeta até o sacerdote, todos cometem fraudes.E tratam superficialmente as feridas do meu povo, dizendo:Há paz! Há paz!Quando não há paz.Será que eles se envergonham das coisas detestáveis que fizeram? Eles não sentem a menor vergonha! Nem mesmo sabem o que é sentir vergonha!" Jeremias 6:1-30

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

Covid-19: Risco de contágio em bares é alto e aumenta quando clientes consomem álcool

Um estudo da Universidade de Stirling, na Escócia, identificou maiores dificuldades de bares no controle do contágio pela Covid-19.  Após passarem os primeiros meses da pandemia fechados, esses estabelecimentos reabriram e tentam desde então seguir as medidas de segurança, mas esbarram em dificuldades para garantir que o ambiente seja o mais seguro possível para o contágio pelo coronavírus.

A pesquisa identificou que o maior dos problemas é o cliente alcoolizado, que esquece as regras de segurança, abraça os colegas, tira foto junto, não usa máscara e não respeita do distanciamento entre as mesas ou na fila do banheiro, traz reportagem do portal Metrópoles, parceiro do BN.

As conclusões dos cientistas escoceses foram publicadas em um artigo na revista científica Journal of Studies on Alcohol and Drugs, e é a primeira no mundo a examinar estabelecimentos durante a pandemia. O objetivo é informar governos e especialistas em saúde pública sobre os riscos de retirar as restrições de segurança.

“Os bares expressaram intenção de trabalhar dentro das medidas, mas há desafios comerciais e práticos em tornar isso realidade. Quando os estabelecimentos reabriram, houve esforços substanciais em mudar o layout dos bares, o que pareceu funcionar em muitos locais”, disse Niamh Fitzgerald, coordenadora do estudo, ao site da Universidade de Stirling.

O pesquisador ressalta que o grupo de estudo observou vários incidentes “com muita preocupação”. Entre os exemplos ele cita clientes gritando, se abraçando, ou interagindo de perto com outras pessoas, ações que “quase nunca são coibidos pela gerência”. Além disso, citou que alguns funcionários não usam equipamento de segurança, ou abaixam a máscara para falar.  

As observações foram feitas na Escócia, mas o cenário não é muito diferente no Brasil, ressalta a reportagem do Metrópoles.

A conclusão do estudo é que o risco de transmissão da Covid-19 em bares permanece alto, principalmente quando a clientela consumiu muito álcool.

Empresários e equipes apontaram aos pesquisadores que são necessárias regras mais rígidas e treinamento dos profissionais para coibir comportamentos que permitem a transmissão, mas sem constranger o cliente.

“Nosso estudo sugere que há incerteza sobre como as regras podem ser aplicadas com consistência e efetividade em um setor onde a interação entre as mesas e pessoas é norma, e álcool é consumido. Toque de recolher pode ser necessário para controlar a transmissão do vírus”, conta a professora.

Apesar do perigo, os pesquisadores não consideram que fechar as portas dos estabelecimentos é o caminho a se seguir. Eles lembram que há vários trabalhadores e empresários que dependem do funcionamento dos bares para sobreviver, e os governos devem tentar encontrar um caminho para balancear o risco.