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A BIBLIA É A PALAVRA DO DEUS VIVO JEOVÁ.

A BIBLIA É A PALAVRA DO DEUS VIVO JEOVÁ.
DISSE JEOVÁ DEUS: "Jeová disse então a Moisés e a Arão: “Se Faraó lhes disser: ‘Façam um milagre’, diga a Arão: ‘Pegue o seu bastão e jogue-o no chão diante de Faraó.’ O bastão se transformará numa cobra grande.”De modo que Moisés e Arão se apresentaram a Faraó e fizeram exatamente como Jeová havia ordenado. Arão jogou seu bastão no chão diante de Faraó e dos servos dele, e o bastão se transformou numa cobra grande. No entanto, Faraó convocou os sábios e os feiticeiros; e os sacerdotes-magos do Egito fizeram a mesma coisa com a sua magia. Cada um deles jogou seu bastão no chão, e eles se transformaram em cobras grandes; mas o bastão de Arão engoliu os bastões deles. Ainda assim, o coração de Faraó ficou endurecido, e ele não os escutou, assim como Jeová havia falado".Êxodo 7:1-25

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Continua a suspenção das aulas na Bhaia

 

Em decisões publicadas na tarde desta segunda-feira (15), o presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, desembargador Lourival Trindade, suspendeu as decisões da 6ª Vara da Fazenda Pública de Salvador que determinavam o retorno das aulas presenciais nas escolas públicas e privadas do Estado da Bahia. 

A suspensão se aplica também às escolas particulares da capital baiana, até então beneficiárias de uma liminar solicitada pelo Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado da Bahia.

Em seus despachos o magistrado destacou que a manutenção das decisões, nos moldes em que foram redigidas, “além de vergastar, desapiedadamente, o princípio da separação dos Poderes, vem ocasionando incontraditável risco de lesão à ordem e à saúde públicas estaduais”.

“Na hipótese dos autos, depreende-se que, neste momento, ante à impossibilidade de viabilizar-se a retomada das atividades presenciais das instituições de ensino, das redes pública e particular, de todo o território do Estado da Bahia, sem que sejam, diretamente, afetados os direitos à saúde e, corolariamente, à vida, é incontendível que estes últimos devam prevalecer, em detrimento do direito à educação”, pontou o desembargador.