OS ENCANTOS DA ZONA RURAL:FOTOS-JOSÉ RIBEIRO

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BEIJO FRIO:A MELHOR SORVETERIA DA BAHIA E O MELHOR SORVETE

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A BIBLIA É A PALAVRA DO DEUS VIVO JEOVÁ.

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DISSE JEOVÁ DEUS:"E continua profanando essa terra com a sua prostituição e a sua maldade.Por isso as chuvas abundantes estão retidas,e não tem chovido na primavera. Você tem o olhar descarado de uma esposa que se prostitui;Você se recusa a sentir vergonha.Agora você clama a mim, dizendo:Meu Pai, tu és meu companheiro desde que eu era jovem!Devias tu ficar ressentido eternamente,ou guardar rancor para sempre? Isso é o que você diz,Mas continua a fazer maldades até não poder mais". Jeremias 3:1-25

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Bolsonaro nao acredita em pesquisa Datafolha: “Você acredita em Papai Noel?”


O presidente Jair Bolsonaro (PSL) colocou em dúvida os dados da pesquisa realizada pelo Datafolha que apontou um aumento na reprovação do chefe do Executivo entre os brasileiros, inclusive entre a população mais rica e nos estados em que teve maior aceitação, como os do sul do país. Ao deixar o Palácio da Alvorada nesta segunda-feira (02), questionou se alguém ainda acredita no instituto. “Você acredita em Papai Noel?”, perguntou a jornalistas.

Ao ser questionado sobre momentos em que concordou com dados do Datafolha, como na época em que uma pesquisa apontou rejeição da população ao garimpo em terras indígenas, o presidente explicou que o instituto tende a fazer a coisa certa quando o assunto não se refere à política. “De vez em quando, quando a pesquisa não é política, há uma tendência de fazer a coisa certa. Há uma tendência”, apontou.

A pesquisa indicou, entre outros aspectos, como a reprovação do presidente subiu de 33% para 38% em relação ao levantamento anterior, divulgado no início de julho. Foram ouvidas 2.878 pessoas com mais de 16 anos em 175 municípios.

Além disso, a consulta apontou que a aprovação de Bolsonaro caiu, dentro do limite da margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou menos, de 33% em julho para 29% agora. A avaliação do governo como regular ficou estável, passando de 31% para 30%.

Entre os mais ricos, com renda mensal acima de 10 salários mínimos, a perda de apoio de Bolsonaro também foi acentuada: a aprovação ao presidente caiu de 52% em julho para 37%.