NOVA RÁDIO CLUBE SERRINHA 24 HORAS NO AR

RADIOS NET:MELHOR PLATAFORMA DE RÁDIOS

A BIBLIA É A PALAVRA DO DEUS VIVO JEOVÁ.

A BIBLIA É A PALAVRA DO DEUS VIVO JEOVÁ.
DISSE JEOVÁ DEUS: "Eles têm na boca uma língua falsa. Portanto, eu golpearei você e o ferirei, Deixando-o devastado por causa dos seus pecados. Você comerá, mas não ficará satisfeito; Haverá um vazio dentro de você. Você tentará colocar seus bens em lugar seguro, mas não conseguirá salvá-los; E o que você conseguir levar, eu entregarei à espada. Você semeará, mas não colherá. Pisará azeitonas, mas não usará o azeite; E pisará uvas, mas não beberá o vinho".Miqueias 6:1-16

sexta-feira, 4 de março de 2022

Bolsonaro defende que Petrobras reduza lucro para evitar alta nos combustíveis

 

O presidente Jair Bolsonaro (PL) defendeu, nesta quinta-feira (3), que a Petrobras reduza lucros para evitar uma alta brusca de combustíveis, diante da crise geopolítica causada pela guerra na Ucrânia.

"Não tenho como interferir, nem vou interferir na Petrobras. Agora a Petrobras, por sua vez, sabe da sua responsabilidade; e sabe o que tem que fazer para colaborar para que o preço do combustível aqui dentro não dispare", declarou o presidente, durante sua live semanal.

"A Petrobras tem gente competente para isso, tem seu quadro de diretores, tem seu presidente, e sabe o que fazer. Estamos vendo aqui na mídia —e é verdade— o lucro que a Petrobras está tendo. Em um momento de crise como esse, eu acho que esse lucro, dependendo da decisão dos diretores, do conselho e do presidente, poderia neste momento de crise ser rebaixado um pouquinho para a gente não sofrer muito aqui".

Na quarta (2), o presidente da Petrobras, general Joaquim Silva e Luna, disse à Reuters que a empresa analisa a pressão de alta da cotação do barril de petróleo, mas por enquanto não há nenhuma decisão tomada quanto a ajustes nos preços dos derivados.

Segundo ele, após a invasão da Rússia à Ucrânia, o mercado do petróleo ficou "nervoso" e com muitas "incertezas".

Além do aumento dos preços dos combustíveis, preocupa o governo os impactos do conflito sobre a importação de fertilizantes.

A Rússia é um dos principais fornecedores desses insumos ao país e a expectativa é que as exportações fiquem prejudicadas enquanto durar o conflito. Transportadoras marítimas anunciaram que não mais buscariam mercadorias na Rússia e as sanções econômicas aplicadas pelos EUA e aliados podem dificultar transações financeiras com empresas do país.

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, participou da live ao lado de Bolsonaro. Ela declarou que o país não deve receber fertilizantes da Rússia enquanto perdurar a guerra.

"O que nós temos no momento é uma suspensão desse comércio porque não temos como pagar nem temos navios, nem seguros para esses navios, para carregar esses fertilizantes do mar Báltico e Negro", declarou a ministra.

"Enquanto ela [a guerra] estiver acontecendo é totalmente descartado a possibilidade de a gente receber fertilizantes daqueles dois países, tanto da Belarus como da Rússia".

Ela também afirmou novamente que uma das consequências da atual situação será uma alta no preço dos alimentos.Fonte:FOLHA