OS ENCANTOS DA ZONA RURAL:FOTOS-JOSÉ RIBEIRO

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BEIJO FRIO:A MELHOR SORVETERIA DA BAHIA E O MELHOR SORVETE

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A BIBLIA É A PALAVRA DO DEUS VIVO JEOVÁ.

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DISSE JEOVÁ DEUS:"Não ore pelo bem desse povo.Quando eles jejuam, não escuto as suas súplicas;E, quando fazem ofertas queimadas e ofertas de cereais, não me agrado delas,pois vou acabar com eles por meio da espada, da fome e da peste". Jeremias 14:1-22

sexta-feira, 14 de maio de 2021

Rejeição a governadores e Saúde cai, mas desaprovação de Bolsonaro segue alta

A rejeição da população brasileiro à atuação do Ministério da Saúde e dos governadores no combate à pandemia caiu. Por outro lado, a reprovação do trabalho feito pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) segue com índices altos.

Isso é o que mostra a nova pesquisa Datafolha, com margem de erro de dois pontos percentuais. Os pesquisadores ouviram 2.071 pessoas, de forma presencial, em 146 municípios do país, entre terça (11) e quarta-feira (12).

Uma reportagem do jornal, com base nos dados do instituto, aponta que, para 32% dos entrevistados, a atuação do Ministério da Saúde é ruim ou péssima. Foi uma queda de sete pontos percentuais em comparação com a pesquisa de março. O grupo que avalia a gestão como ótima ou boa oscilou positivamente de 28% para 30%, enquanto o grupo que julga a atuação regular cresceu de 32% para 37%.

Ao longo desse período, o comando da pasta passou do general Eduardo Pazuello para o médico Marcelo Queiroga.

Da mesma forma, os governadores também registraram queda em seus índices de rejeição. No geral, foram menos sete pontos percentuais na avaliação feita pela parcela que considera o desempenho deles ruim ou péssimo, chegando a 29%. Para 35% dos entrevistados, o trabalho dos governadores é regular, um aumento de cinco pontos percentuais e, no parâmetro positivo, houve uma oscilação para cima, com 35% da população avaliando os governos como ótimos ou bons.

Por outro lado, a rejeição ao presidente Jair Bolsonaro não arrefeceu. Ele registrou uma oscilação negativa de três pontos, tendo sua atuação avaliada como ruim ou péssima por 51% dos entrevistados. Essa rejeição é 18 pontos maior do que a verificada no início da pandemia, em março do ano passado.