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A BIBLIA É A PALAVRA DO DEUS VIVO JEOVÁ.

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DISSE JEOVÁ DEUS: "Jeová disse então a Moisés e a Arão: “Se Faraó lhes disser: ‘Façam um milagre’, diga a Arão: ‘Pegue o seu bastão e jogue-o no chão diante de Faraó.’ O bastão se transformará numa cobra grande.”De modo que Moisés e Arão se apresentaram a Faraó e fizeram exatamente como Jeová havia ordenado. Arão jogou seu bastão no chão diante de Faraó e dos servos dele, e o bastão se transformou numa cobra grande. No entanto, Faraó convocou os sábios e os feiticeiros; e os sacerdotes-magos do Egito fizeram a mesma coisa com a sua magia. Cada um deles jogou seu bastão no chão, e eles se transformaram em cobras grandes; mas o bastão de Arão engoliu os bastões deles. Ainda assim, o coração de Faraó ficou endurecido, e ele não os escutou, assim como Jeová havia falado".Êxodo 7:1-25

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

STF declara inconstitucional lei baiana que impede expiração de crédito de celular

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) declarou a inconstitucionalidade da lei baiana 14.228/2020, que vedava a expiração de créditos ativados de telefones pré-pagos. A lei foi aprovada pela Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), que entrou em vigor no início de fevereiro deste ano. A ação foi movida pela Associação Nacional das Operadoras Celulares (Acel).

De acordo com a entidade, a norma contraria o artigo 22 da Constituição Federal, pois a competência para disciplinar e explorar os serviços de telecomunicações seria da União. A inconstitucionalidade da lei já havia sido abordada por especialista ao Bahia Notícias (veja aqui). A Acel afirma que a competência é da União, pois “há um sistema nacional de telecomunicações que deve obedecer a um ordenamento jurídico uniforme em todo o território nacional, estabelecido a partir de disposições constitucionais e de leis federais”.  

Para a associação, admitir a competência dos demais estados para legislar sobre a matéria provocaria “inconcebíveis desigualdades entre os usuários do serviço”, além da indevida intervenção de terceiros na autorização conferida pelo Poder Público federal ao agente privado. Outro argumento é a impossibilidade de cumprir as regras previstas, pois é impossível diferenciar o tratamento dado aos usuários do restante do país, além de ofender a livre iniciativa, por restringir a liberdade de preço e atuação das empresas de telecomunicação.

A relatora da ação foi a ministra Cármen Lúcia. O pleno converteu o julgamento da liminar em definitivo de mérito e julgou procedente o pedido da entidade. O ministro Marco Aurélio foi voto vencido. O julgamento ocorreu em sessão plenária virtual entre os dias 13 e 20 de novembro. O acórdão ainda não foi publicado.Fonte:Bahia Noticias