NOVA RÁDIO CLUBE SERRINHA 24 HORAS NO AR

RADIOS NET:MELHOR PLATAFORMA DE RÁDIOS

A BIBLIA É A PALAVRA DO DEUS VIVO JEOVÁ.

A BIBLIA É A PALAVRA DO DEUS VIVO JEOVÁ.
DISSE JEOVÁ DEUS: "Eles têm na boca uma língua falsa. Portanto, eu golpearei você e o ferirei, Deixando-o devastado por causa dos seus pecados. Você comerá, mas não ficará satisfeito; Haverá um vazio dentro de você. Você tentará colocar seus bens em lugar seguro, mas não conseguirá salvá-los; E o que você conseguir levar, eu entregarei à espada. Você semeará, mas não colherá. Pisará azeitonas, mas não usará o azeite; E pisará uvas, mas não beberá o vinho".Miqueias 6:1-16

quinta-feira, 25 de junho de 2020

Centrão se mobiliza para barrar adiamento das eleições, diz jornal


O centrão se mobiliza para impedir o adiamento das eleições municipais. É o que aponta o Estadão em matéria publicada nesta quinta-feira (25).

A proposta de emenda à Constituição que altera a data das eleições municipais em virtude da pandemia do coronavírus foi aprovada na última terça (23) no Senado. Porém, precisa ter o aval da Câmara e não existe acordo. O centrão já mandou o recado que não dará os votos necessários. Essa articulação conta com o apoio do presidente Jair Bolsonaro.

A pressão para impedir o adiamento vem de prefeitos, que buscam a reeleição ou que querem emplacar os seus sucessores. No entendimento desses políticos, a mudança pode atrapalhar seus planos na disputa eleitoral.

Legendas como Progressistas e Republicanos, que compõem o centrão, já se manifestaram contra a alteração. O PL também deve seguir esse caminho. O DEM está dividido, enquanto o MDB liberou a bancada para votar como quiser.

“Precisamos manter a data das eleições municipais no dia 4/10 para podermos avançar o mais rápido possível na pauta das reformas que o Brasil precisa. Ao postergar as eleições, fatalmente o Congresso Nacional demorará mais para atacar sobretudo os temas econômicos”, escreveu no Twitter o deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP), que é vice-presidente da Câmara.

O centrão controla cerca de 200 dos 513 votos na Câmara. Para que o adiamento das eleições seja aprovado é necessário o apoio de 308 deputados, em duas votações.