OS ENCANTOS DA ZONA RURAL:FOTOS-JOSÉ RIBEIRO

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BEIJO FRIO:A MELHOR SORVETERIA DA BAHIA E O MELHOR SORVETE

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A BIBLIA É A PALAVRA DO DEUS VIVO JEOVÁ.

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DISSE JEOVÁ DEUS:"O que seus antepassados viram de errado em mim para que se afastassem tanto de mim,e seguissem ídolos sem valor, e se tornassem eles mesmos sem valor? Os que lidam com a Lei não me conheceram,os pastores se rebelaram contra mim,os profetas profetizaram em nome de Baal e foram atrás daqueles que não podem ajudar ninguém. Por isso continuarei a fazer acusações contra vocês diz Jeová,E farei acusações contra os filhos dos seus filhos". Jeremias 2:1-37

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Moro: "Planalto deve alegar que vídeo é incompleto"


Após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello determinar a entrega do vídeo de uma reunião citada em depoimento pelo ex-ministro da Justiça Sérgio Moro, o Palácio do Planalto tentará alegar que as gravações são pontuais e curtas e que, portanto, não tem a íntegra do conteúdo à disposição.

Além da suposta pressão que o presidente Jair Bolsonaro teria feito sobre Moro para trocar o comando da Polícia Federal (PF), o vídeo também conteria o registro de um desentendimento entre os ministros da Economia, Paulo Guedes, e do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.

O argumento, no entanto, contraria declaração do próprio presidente. Segundo revelou na semana passada, os encontros do primeiro escalão são filmados e os arquivos ficam guardados em um cofre. Na ocasião, Bolsonaro chegou a afirmar que divulgaria o vídeo da reunião com Moro, mas depois desistiu. “Último conselho que tive é não divulgar para não criar turbulência”, afirmou.

Um dos motivos do recuo seria o desentendimento de Guedes e Marinho sobre gastos públicos para incentivar a retomada da economia após o fim da pandemia da coronavírus. Neste mesmo encontro, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, teria feito críticas ao ministro do STF.

Na terça-feira, o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, mandou o Palácio Planalto apresentar, em 72 horas, as cópias da reunião entre Bolsonaro e o primeiro escalão do governo do dia 22 de abril, dois dias antes da demissão de Moro. A ordem do decano também obriga o governo a preservar a integridade do conteúdo da gravação.

Secom

A gravação está atualmente sob responsabilidade do secretário de Comunicação, Fabio Wajngarten. Citado pelo site Antagonista como o responsável por ter formatado o cartão de memória da reunião do dia 22, o chefe da assessoria especial da Presidência, Célio Faria Júnior, negou que tenha ficado com a gravação. “Não é da minha competência gravar, manter, ou trabalhar qualquer tipo de mídia na Presidência da República. Essa competência é da Secom (Secretaria Especial de Comunicação)”, disse.

Questionado se a gravação citada por Moro ainda existe, o chefe da assessoria de Bolsonaro voltou a citar a órgão comandado por Wajngarten. “Não é da minha competência. Se existe ou não quem pode responder é a Secom”, disse.

Questionada sobre a existência do vídeo e protocolos sobre gravação e armazenamento das reuniões ministeriais, a Secom informou apenas que “o Planalto não comentará”.