OS ENCANTOS DA ZONA RURAL:FOTOS-JOSÉ RIBEIRO

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BEIJO FRIO:A MELHOR SORVETERIA DA BAHIA E O MELHOR SORVETE

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A BIBLIA É A PALAVRA DO DEUS VIVO JEOVÁ.

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DISSE JEOVÁ DEUS:"Será que alguma nação já trocou os seus deuses por outros que não são deuses? Mas o meu próprio povo trocou a minha glória por aquilo que é inútil.Olhem espantados para isso, ó céus;Tremam, tomados de horror’, diz Jeová, ‘Pois o meu povo fez duas coisas más: Abandonaram a mim, a fonte de água viva,e cavaram cisternas,cisternas rachadas, que não podem reter água." Jeremias 2:1-37

domingo, 19 de janeiro de 2020

Mais um caso de racismo em agência da Caixa chega a DPU para apuração

Mais um caso de racismo envolvendo a Caixa Econômica na Bahia chegou a Defensoria Pública da União, na última quinta-feira (16). O fato, que aconteceu em uma agência bancária da cidade de Lauro de Freitas, no de 9 de dezembro, terá imagens apuradas pelo órgão após solicitação feita a Caixa.

Um homem de 39 anos foi obrigado a mostrar todos os pertences em mãos e na mochila após adentrar no banco para fazer o pagamento de um boleto. Mesmo cumprindo adequadamente as ordens dos seguranças, ele foi impedido de passar pela porta giratória e continuar no local.

Às autoridades, o homem disse que ainda foi ofendido pelos seguranças. Segundo a vítima, foi chamado de “macaco” e que “isso é coisa de negro”. Na ocasião, ele não conseguiu realizar as operações que pretendia. Uma testemunha que presenciou o fato, assegurou a polícia o desrespeito praticado pelos funcionários. Além disso, declarou que é costumeira a atitude apresentada pelos seguranças.

Segundo o defensor público federal Gabriel César dos Santos “a DPU está apurando e acompanhando a situação com preocupação, pois recentemente tivemos um caso de racismo envolvendo funcionários da Caixa Econômica Federal em Salvador  (lembre aqui) e, ao que parece, estamos diante de um caso semelhante”. Ele ainda acredita que a Caixa não adotou medidas eficazes para “combater o racismo por seus funcionários após esse episódio”.

 “Não basta afastar pontualmente um funcionário que se envolva nesse tipo de episódio e não promover ações educativas periódicas. Não é demais lembrar que a Caixa Econômica é uma empresa pública federal e mais do que lucros, deve priorizar o seu papel social”, completou o defensor. Fonte:Bahia Noticias