OS ENCANTOS DA ZONA RURAL:FOTOS-JOSÉ RIBEIRO

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BEIJO FRIO:A MELHOR SORVETERIA DA BAHIA E O MELHOR SORVETE

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A BIBLIA É A PALAVRA DO DEUS VIVO JEOVÁ.

A BIBLIA É A PALAVRA DO DEUS VIVO JEOVÁ.
DISSE JEOVÁ DEUS:"E continua profanando essa terra com a sua prostituição e a sua maldade.Por isso as chuvas abundantes estão retidas,e não tem chovido na primavera. Você tem o olhar descarado de uma esposa que se prostitui;Você se recusa a sentir vergonha.Agora você clama a mim, dizendo:Meu Pai, tu és meu companheiro desde que eu era jovem!Devias tu ficar ressentido eternamente,ou guardar rancor para sempre? Isso é o que você diz,Mas continua a fazer maldades até não poder mais". Jeremias 3:1-25

domingo, 12 de maio de 2019

Maia é orientado a preservar parte do decreto de armas para não brigar com bolsonaristas

Embora o parecer técnico da Câmara tenha apontado ilegalidades no decreto que facilita o porte de armas, o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), foi aconselhado a não derrubar o texto por completo. O democrata foi orientado a analisar ponto a ponto do decreto, a fim de não criar atrito com o grupo de bolsonaristas que é à favor da medida.

Segundo informações do blog Painel, da Folha de S. Paulo, para os conselheiros de Maia, essa briga seria desnecessária. Por isso, desde sexta-feira (10), o deputado tem dito que vai buscar um acordo.

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) publicou o decreto nessa quarta-feira (8). O texto facilita o porte para advogados, caminhoneiros, políticos eleitos e jornalistas que fazem cobertura policial. Outros destaques são a liberação de compra de armas que antes eram de uso restrito das forças de segurança, a ampliação da quantidade de munições que podem ser adquiridas por ano e a permissão para que menores de idade pratiquem tiro esportivo sem necessidade de aval da Justiça (saiba mais aqui)

Enquanto a análise da Câmara apontou ilegalidades, o Senado disse que a norma "extrapolou o poder regulamentar". Diante da repercussão, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, instituiu o prazo de cinco dias úteis, na sexta, para que Bolsonaro explique o decreto.